Até 2016, as publicações do Escritório do Livro se inscrevem num projeto sem fins lucrativos visando contribuir para a reflexão em torno do livro e da leitura, sendo boa parte de suas tiragens doadas a bibliotecas especializadas e estudiosos da área. Com a |COLEÇÃO MEMÓRIA|, mais especificamente, espera-se oferecer subsídios para um melhor conhecimento de nossa história livreira e editorial: dando voz a alguns de seus tantos atores, não raro invisíveis e irreconhecidos, cada volume traz uma entrevista com editores, livreiros, bibliófilos, etc., na forma de narrativa em primeira pessoa.


| PARA ADQUIRIR |

CLAIRE CAYRON
PROFISSÃO: TRADUCTRICE. PROFESSION: TRADUTORA


Dorothée de Bruchard (org.)

Tradução:
Ana Carolina Corrêa da Silva, Bianca Melyna Filgueira, Claudia Borges de Faveri, Diego Conte, Dorothée de Bruchard, Ellen Carina Araujo de Carvalho, Iris Marjorie Böing Imhof, Lia Benthien, Marcia Bioni, Nathália Leite Munari, Teresa Cristina Rodrigues dos Santos, Thays Tomazi.

Edição bilíngue
coedição: DLLE / UFSC, 2012
80 p.

Capa do livro Claire Cayron

Textos de e sobre Claire Cayron (1935-2002), tradutora francesa da obra de Caio Fernando Abreu e do escritor catarinense Harry Laus, entre outros. O livro, fruto de um trabalho realizado com os alunos da disciplina "Estudos de tradução em francês II" do curso de Letras da Universidade Federal de Santa Catarina, traz a participação das professoras Zahidé Lupinacci Muzart e Claudia Borges de Faveri, e contou com o apoio do Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras da UFSC. Os exemplares impressos, de tiragem limitada e não comercializada, foram distribuídos a bibliotecas e estudiosos da área. Disponibilizamos aqui sua versão digital.

|PDF|

O LIVRO & A LEITURA EM EÇA DE QUEIRÓS

Maria do Rosário Cunha (seleção e apresentação)

Prefácios de Márcia Abreu e Carlos Reis





Apoio: Instituto Português do Livro e das Bibliotecas
2007
Formato: 20 x 20
160 p.


R$ 30,00

“Desde muito cedo Eça teve a noção de que no livro e no uso que dele se fazia estavam projetados em filigrana comportamentos mentais e atitudes culturais muito significativas. Quem, nessa época, lia livros? Que livros lia? E por que razão ou razões os leitores que encontramos na ficção queirosiana se dedicavam à leitura? E onde liam? E como tratavam os livros? Outras questões ainda: o que era a leitura para Eça? O que pensava ele acerca da indústria do livro? E, do seu ponto de vista, que lugar tinha o livro na vida cultural do século XIX? O trabalho de Maria do Rosário Cunha dá respostas extremamente sugestivas a estas e a outras indagações similares.” (Carlos Reis, no prefácio)

|EXCERTO|

O PAPEL E O PIXEL

José Afonso Furtado

Prefácio de Aníbal Bragança







Apoio: Instituto Português do Livro e das Bibliotecas
2006
Formato: 23 x 13
208 p.


R$ 30,00

“Desde 1992, Furtado é diretor da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, uma das maiores instituições culturais privadas da Europa, com sede em Lisboa, onde vivencia no cotidiano os desafios da gestão de um rico acervo bibliográfico posto à disposição da comunidade de leitores especializados.[...]
A obra que o leitor tem em mãos é um panorama muito atualizado dos desafios que enfrentam a edição, a autoria e a leitura, em todos os seus espaços de produção e realização, desde as condições sociais das práticas de leitura e escrita, as bases socioeconômicas do mundo da edição impressa e digital, as transformações nas formas de preservar, distribuir, acessar conhecimentos na chamada sociedade da informação, quanto às práticas sociais de construção do conhecimento, de novas sociabilidades e das subjetividades, onde também se apontam os problemas, dificuldades e potencialidades que se abrem no contemporâneo, com suas gêneses e perspectivas futuras.” (Aníbal Bragança, no prefácio)

|RESENHA de Rogério Santos|

Coleção Memória

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Formato 12 x 22 cm. Capa sobre papel kraft.
Miolo em papel pólen, impresso em marrom.
Ilustrações p&b.
Os 6 volumes da Coleção =
R$ 105,00

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| PARA ADQUIRIR |

UM LIVREIRO DE TODAS AS LETRAS

Arnaldo Campos
Entrevista a Renato Mendonça

Prefácio de Charles Kiefer



Vol. 6
coedição: EDUNISC, 2006.
148 p.


R$ 25,00

Arnaldo Campos (1932-2012), escritor, bibliófilo, estudioso da história do livro, leitor voraz, foi diretor do Instituto Estadual do Livro (RS), coordenador do livro na Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre, militante comunista, distribuidor de livros. Foi também, mais que tudo, livreiro. Da Livraria Vitória, de brava resistência à ditadura, da Coletânea e da Porto do Livro. Um livreiro que formou toda uma geração de leitores e influiu na vida cultural de uma cidade que ele, carioca de origem, adotou como sua. Além dessas tantas histórias, contadas por Arnaldo ao jornalista Renato Mendonça, o livro traz ainda duas crônicas de Arnaldo publicadas na coluna Biblioteca do Tempo (Zero Hora, 1996), e um trecho de romance inédito.

|EXCERTO|
|RESENHA de Flávio Ilha|

MEMÓRIAS DE UM TRADUTOR DE POESIA

Geraldo Holanda Cavalcanti
Entrevista a
Dorothée de Bruchard / Andréia Guerini

Prefácio de Maurício Santana Dias


Vol. 5
coedição: NUT/UFSC, 2006
128 p.


R$ 20,00

Em seu belo depoimento, Geraldo Holanda Cavalcanti atribui o trabalho mais sistemático com a tradução a um dos mais simples e legítimos impulsos: o de querer entender da maneira mais minuciosa e vertical possível a obra de um escritor estrangeiro. [...] Escritor-diplomata da estirpe de João Cabral, Guimarães Rosa e José Guilherme Merquior, com os quais conviveu de perto, neste livrinho-depoimento ele oferece generosamente ao leitor uma pequena mas consistente teoria-prática da tradução, acumulada em longos anos de ofício e transmitida com a intimidade do homem maduro e viajado.” (Maurício Santana Dias, no prefácio)
A entrevista é seguida pela palestra da aula inaugural proferida pelo autor na Pós-Graduação em Estudos da Tradução da UFSC, em agosto de 2005.

|EXCERTO|

MEMÓRIA DE TRADUTORA

Rosa Freire d'Aguiar
Entrevista a
Dorothée de Bruchard / Marlova Aseff

Prefácio de Clélia Piza



Vol. 4
112 p.
coedição: NUT/UFSC, 2004.


R$ 20,00

Rosa Freire d'Aguiar (que já traduziu mais de 60 livros, de 3 diferentes línguas) relata aqui a sua trajetória como tradutora — fala de sua formação, de sua atividade anterior como jornalista; de sua relação com os autores, editores e revisores, e com a crítica; de algumas leituras e traduções que a marcaram, e tece reflexões acerca do ofício de traduzir, e traduzir no Brasil. Em apêndice, texto da aula inaugural proferida pela autora na Pós-Graduação em Estudos de Tradução da UFSC, em agosto de 2004. A obra pretende não apenas dar visibilidade ao mediador de culturas que é o tradutor, mas também mostrar o papel fundamental da tradução na formação dos leitores e dos escritores brasileiros.

|EXCERTO|
|RESENHA de Boris Schnaiderman|
|RESENHA de Mauri Furlan|

MEMÓRIAS DE UMA GUARDADORA DE LIVROS

Cristina Antunes
Entrevista a
Cleber Teixeira / Dorothée de Bruchard

Organizado por Dorothée de Bruchard
Prefácio de Ana Luiza Martins


Vol. 3
152 p.



MEMÓRIAS ESPARSAS DE UMA BIBLIOTECA

José Mindlin
Entrevista a
Cleber Teixeira / Dorothée de Bruchard

Organizado por Dorothée de Bruchard
Prefácio de Cleber Teixeira


Vol. 2
128 p.
coedição:
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004

Os 2 volumes:
R$ 38,00

Cristina Antunes nos fala de sua trajetória, do seu cotidiano numa biblioteca que acolhe pesquisadores do mundo inteiro e da qual ela é, há mais de duas décadas, conservadora; reflete sobre o seu ofício e conta as pesquisas e aprendizados que este a motivou a fazer. Em apêndice, o artigo “A Biblioteca de Guita e José Mindlin” publicado há anos na Revista Portuguesa de História do Livro, ainda inédito no Brasil.

|EXCERTO|





|RESENHA de Marlova Aseff|
|RESENHA de Miguel Sanches Neto|
|RESENHA de Sônia van Dijck|






José Mindlin (1914-2010), ao relembrar episódios da formação de sua Biblioteca, em São Paulo, a partir da década de 30, nos introduz no universo do livro no Brasil e no exterior, nos fala de sua relação com editores, bibliófilos, livreiros... O volume ainda traz, em apêndice, um ensaio seu inédito, “O livro no Brasil: bibliotecas e tipografias”.

MEMÓRIA DE EDITOR

Salim Miguel & Eglê Malheiros
Entrevista a
Dorothée de Bruchard / Tânia Piacentini


Organizado por Dorothée de Bruchard
Prefácio de Walter Carlos Costa



Vol. 1
96 p.
coedição:
Imprensa Oficial de Santa Catarina, 2002


R$ 19,00

Salim Miguel (1924-2016) e Eglê Melheiros relembram aqui a aventura editorial absolutamente pioneira do Grupo Sul, na Santa Catarina dos anos 40-50, e a edição da Revista Ficção, no Rio de Janeiro na década de 70, publicação literária que se tornou referência em meio à censura dos anos de chumbo. Salim também rememora outras experiências editoriais, como sua atuação na Editora da UFSC, em cuja criação desempenhou um papel fundamental.

|EXCERTO|